Sem alarido
Eu passo o tempo brilhando
Nos confins do universo
Sou calado, não converso
E, assim, vou caminhando
Tal qual vocês, esperando
O dia de me apagar
Minha vida se encerrar
Certo do dever cumprido
E, sem nenhum alarido,
Os meus "pores" lhes negar
PGMORAIS, cordelista, em 26/7/25