Na minha ociosidade
Eu vejo o tempo que passa
Um tanto quanto sem graça
Na sua morosidade
E ouço a sonoridade
Da bela "Oração ao Tempo"
Durante meu passatempo
Na voz do compositor
Filho de Dona Canô
"Tempo, tempo, tempo, tempo".
PGMorais, poeta, Patos, PB, XXII.X.XXV