Aos sábados, tomo "umas"
Porque ninguém é de ferro
Se não tomar, eu me ferro
Numa espécie de bruma
Fico a lembrar da espuma
Da cervejinha 🍻 gelada
E da música tocada
Mas biriteiro adoece
E hoje a este acontece
A abstinência forçada.
PGMorais, cordelista, Patos, PB, 31/1/26.