Ao Mestre Valença
Ao Mestre Valença
Eu não tenho um espelho cristalino
Que uma baiana me mandou de Maceió
Quem tem ele, que 'clareia a luz do sol,
Corre o mundo como se fosse um menino
Entoando essa canção que virou hino
Em Lisboa, Teresina ou Mossoró
O brincante nunca, jamais canta só
Sempre à frente de uma enorme multidão
Que com força faz com ele o refrão
Que se quiser cante junto, veja só.
"Eu tenho um espelho cristalino (ó, baiana)
Que uma baiana me mandou de Maceió (ó, baiana)
PGMorais, cordelista, Patos, PB, 3/2/26, em singela mas "cardíaca" (risos) homenagem ao mais autêntico nordestino ainda vivo.
PGMorais
Enviado por PGMorais em 03/02/2026